A nega do Sporting em negociar a saída de Geny Catamo para o Sunderland gerou uma forte onda de indignação em Moçambique. O selecionador nacional moçambicano, Chiquinho Conde, quebrou o silêncio e criticou publicamente a postura irredutível da direção liderada por Frederico Varandas.
Descontentamento e o Impacto Psicológico
Chiquinho Conde avisa que a recusa dos leões em abrir negociações com os ingleses poderá afetar o rendimento do internacional moçambicano. Segundo o técnico, o extremo tem assistido à saída de vários colegas para ligas de maior poder financeiro. Consequentemente, o jogador sente o desejo natural de dar o salto.
Além disso, o selecionador sublinhou os seguintes pontos chave:
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Momento de Ansiedade: A decisão do clube vai inevitavelmente mexer com o subconsciente de Geny Catamo. O jogador vive um momento de incerteza quanto ao futuro da carreira.
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Ciclo Concluído: O avançado já deu um contributo valioso ao Sporting. Por conseguinte, chegou a hora de provar o seu valor noutros campeonatos competitivos.
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Benefício para a Seleção: Uma eventual transferência para Inglaterra traria uma motivação extra ao atleta. Desta forma, a própria seleção de Moçambique sairia fortificada no plano desportivo.
Curiosamente, Chiquinho Conde conhece bem a realidade do emblema de Alvalade. O antigo avançado representou o Sporting entre 1994 e 1996, conquistando uma Taça de Portugal e uma Supertaça.
Alvalade Exige Valores Próximos da Cláusula
Apesar de o Sporting já ter ultrapassado os 100 milhões de euros em vendas este verão, a estrutura leonina não facilita a saída do moçambicano. Para o treinador Rui Borges, Geny Catamo é uma peça fundamental no corredor direito.
Desta forma, a direção verde e branca só aceita libertar o jogador por valores a roçar a cláusula de rescisão, fixada nos 60 milhões de euros. Com contrato válido até 2029, o extremo continua nos planos imediatos da equipa para as competições oficiais.